A IMPORTÂNCIA DE UM BOM CARTÃO DE VISITAS PARA SUA EMPRESA

O cartão de visitas da empresa é o aperto de mão que deixamos com alguém. É imprescindível no mundo dos negócios, e quando entregue serve como uma senha para que, de posse dele, a pessoa sinta-se à vontade para estabelecer contato.

O cartão passa, a quem recebe, a impressão de como é a sua empresa. Mas muitas vezes esta primeira imagem não corresponde àrealidade, pois você pode estar utilizando um cartão que não confere à sua empresa a credibilidade que ela merece. Exemplos deste problema são cartões feitos por conta própria na impressora jato de tinta ou então cartões que estejam com dados desatualizados e rasurados. Um cartão deste tipo passa a seguinte impressão: “Se ele não investe nem num cartão de visitas, imagine o tipo de empresa que ele tem”.

O visual do cartão deve ser o mais limpo possível. Ele deve conter o logotipo da empresa, seu nome, cargo e dados para contato – que devem incluir endereço, telefone, e-mail e site da empresa (caso a empresa possua).

O cartão não deve conter todos os serviços/produtos que a empresa possui. A finalidade do cartão é para contato e não para divulgação da empresa. Para a divulgação da empresa deve-se fazer um folder ou criar um site.

Outro tipo de observação é que o cartão não deve conter fotos dos produtos ou fachada da empresa. Deve conter apenas o logotipo – afinal é isso que se quer marcar para contatos futuros.

Os cartões muito grandes (95 mm x 55 mm) estão caindo em desuso, sendo substituídos pelos cartões com tamanho (85 mm x 55 mm). Este novo tamanho de cartão é mais prático, pois corresponde ao tamanho de um cartão de crédito cujas dimensões são padrão internacional. Um cartão com estas medidas permite, a quem o recebe, guardá-lo em qualquer tipo de carteira ou porta cartões.

Para se ter um bom cartão, o ideal é contratar o serviço de profissionais da área de design para desenvolver esta parte tão importante da imagem da sua empresa. É um investimento que vale a pena, pois os cartões não devem ser distribuídos aleatoriamente, mas apenas entregues às pessoas com quem desejamos, de fato, desenvolver um relacionamento profissional.

Ao usar um cartão certifique-se de que todas as informações estão atualizadas. Mudanças de telefones, endereço ou e-mails, exigem mudança imediata do cartão; não se deve rabiscar a alteração às pressas no momento da entrega do mesmo e muito menos colar uma etiquetinha por cima com os novos dados. Isto passa uma péssima imagem da empresa. É preferível não entregar um cartão caso os dados estejam desatualizados a entregá-lo rasurado ou remendado.

Porta cartões podem parecer supérfluos, mas não são: eles protegem, evitando que as bordas fiquem sujas ou gastas. Portanto, invista em um, liso, de couro ou em um material mais resistente como metal prateado ou escovado para carregar os seus.

Em posse de um belo cartão de visitas é necessário saber o momento certo de entregá-lo. Assim o melhor momento para trocar cartões vai depender das circunstâncias. Numa reunião com várias pessoas a troca é feita no início, quando as pessoas ainda não se conhecem. Quando você receber os cartões dos participantes, uma boa prática é deixá-los à vista e na mesma sequência em que as pessoas estão sentadas pois assim você saberá o nome e o cargo de cada um. Isto é muito útil pois é importante conhecer o cargo de cada um dos participantes de um encontro de negócios para saber, muitas vezes, a quem perguntar ou esperar uma decisão.

Se, no entanto, são apenas duas pessoas em um primeiro encontro e a conversa já está fluindo bem, pode-se perfeitamente trocar cartões na hora da despedida.

Outra dica: caso você queira entregar um cartão num almoço de negócios ou num coquetel, evite fazê-lo enquanto você ou a outra pessoa estiverem comendo, evitando assim que o cartão fique sujo.

No troca de cartões com outros empresários, quando receber um cartão que considerar um contato importante anote no verso alguma observação que o ajude a lembrar da pessoa que o entregou e se assumiu o compromisso de enviar materiais complementares, data de um novo encontro de negócios, etc. Isto é muito útil para ajudá-lo a memorizar algumas partes da conversa, manter o compromisso assumido de enviar materiais e estreitar o contato.

Para que os cartões recebidos não sejam perdidos, guarde-os num porta cartões. Este tipo de porta cartões é vendido em livrarias e o auxiliará a manter todos os cartões recebidos juntos.

FACEBOOK E A ILUSÃO DOS LIKES

O Facebook sempre estimulou os donos de páginas a conseguirem mais curtidas em suas páginas. A idéia seria que quanto mais curtidas sua página tiver, mais ‘popular’ sua marca será.

Afinal se muita gente curte sua página, seus posts chegarão em muita gente certo ?

Errado ! Se você está ‘patrocinando’ sua página para conseguir mais curtidas pensando dessa forma, seja bem-vindo à realidade.

Vamos pegar como exemplo a página Housoft Software. Essa página tem atualmente mais de 15 mil curtidas, todas conseguidas de forma orgânica : nunca fizemos uma campanha patrocinada.

Com essa quantidade de curtidas seria de se esperar que os posts feitos nessa página chegariam a muita gente. Na prática contudo não é o que acontece.

Como exemplo, veja este post feito no dia 11 de janeiro. Repare na foto o alcance do post, exibido pelo próprio Facebook : 488 pessoas alcançadas. Ou seja, 3 dias depois de postado, o conteúdo atingiu somente 3,25% do público que curte a página. E isso porque todos os likes dessa página foram conseguidos de forma espontânea, pois como foi dito antes, jamais pagamos ao Facebook para ter curtidas.

exemplo

Este é apenas um exemplo. Qualquer página passa por situação semelhante ou até pior : geralmente páginas que tem muitos likes conseguidos através de patrocínio tem um percentual de alcance ainda menor.

A grande verdade é que pagar o Facebook para ter mais likes não adianta nada. Você apenas terá uma ‘etiqueta’ na página, o que tem sua importância mas na prática não vai conseguir chegar nos seus fãs.

Por este motivo a utilização de outras formas de divulgação se torna tão importante : participar de grupos relevantes ao seu público alvo,postar em todos os grupos, postar em todos os amigos etc.

CONTROLE E COMUNICAÇÃO

Perder espaço no mercado, ter a marca esquecida ou os conceitos considerados ultrapassados têm sido os riscos que tecem o pano de fundo do posicionamento das empresas da nossa era, isso ocorre, pois a internet impõe um ritmo acelerado nas estratégias.

Diante disso, os riscos podem ser minimizados a partir de um olhar para gestão da comunicação com as lentes que enxerguem possíveis potenciais e as limitações das pessoas da equipe desde a contratação.

Neste sentido falar acerca das últimas decisões da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) e como isso reflete na forma como gerimos a comunicação atualmente é fundamental para criamos parâmetros de sucesso.

A discussão acirrada acerca do limite de dados na internet banda larga nos últimos dias tirou o sossego não apenas daqueles que gostam de jogar online. Isso significa que as relações isoladas inexistem nessa era de ações em tempo real.

Imaginar um acesso restrito a internet é conceber que isso inviabiliza as transações nas mais distintas áreas e pode colocar em colapso desde nossas relações comerciais até a aquisição de conhecimento.

E para fechar nossas esperanças os preços atualmente cobrados pelas empresas de telefonia são altos, e a má fiscalização da ANATEL acerca da entrega dos serviços contratados torna a nossa visão ainda mais pessimista.

Isto é, a internet que temos em nossas casas ou nas empresas de pequeno e médio porte geralmente não possui um contrato de link dedicado, uma vez que os valores desse tipo de serviço que garante a velocidade de navegação estoura o orçamento.

Mas uma pesquisa publicada pela IDC (International Data Corporation) aponta que, 46% das companhias com mais de 250 funcionários têm planos para migrar o tráfego para outras tecnologias (como a internet dedicada) nos próximos anos.

A lição que tiramos daqui é a seguinte: temos partes interessadas com diferentes interesses que precisam de uma gestão imparcial.

Este é o cenário que nos cerca e as constatações acima evidenciam como soa ineficiente a tentativa de controle da comunicação numa era que a palavra de ordem é acesso em tempo integral e real, fato que configura exatamente a impossibilidade de restringir acesso sem causar danos.

Diante disso, chamo a atenção para as medidas internas que determinadas empresas tentam impor para os que ali trabalham, com relação ao controle da comunicação.

Quando tratamos o assunto perante o ambiente organizacional pelo prisma da gestão e restrição do acesso a internet, levanta-se a seguinte questão: Estariam os gestores se posicionando de forma correta ao que o mercado aspira ou apenas optando por procedimentos que facilitam o controle?

Segue a lista das restrições mais comuns nos ambientes corporativos:
  • Sites restritos;
  • Navegação monitorada;
  • Regra de uso de comunicação com clientes e equipe via whatsapp e e-mail. 

Vale indagar então por qual razão os gestores implantam esses sistemas de controle? As possíveis respostas são: para garantir segurança de dados confidenciais; para que não ocorra conflito nas comunicações informais; impor um ritmo de trabalho sem distrações.

E para todas as suposições cabem duas ressalvas: certamente uma capacitação adequada pautada no empowerment ou uma seleção que prime por escolher pessoas com consciência empreendedora para trabalhar na empresa resolva essa necessidade da gestão ser corretiva, impositiva e restritiva.

A era que vivemos exige clareza na comunicação, posicionamento firme de quem o faz e postura profissional.

O efeito colateral dessas restrições é a obsolescência das comunicações interna, uma empresa hoje que proíbe seus representantes comerciais, por exemplo, de conversarem com seus clientes via whatsapp, “ pois não é permitido pelos procedimentos internos da empresa” perde a credibilidade da sua marca ao que se refere à modernidade.

É incoerente vender uma imagem de empresa do futuro quando a gestão prioriza a facilidade de controle ao invés da responsabilidade na ação.

A responsabilidade na ação é permeada por fatores subjetivos o que exige mais da gestão, contudo, uma empresa com regras rígidas não consegue resolver problemas no tempo que o cliente espera, não se antecipa a cenários e possui uma equipe que não se acredita.

FONTE: @ideiademkt

O FUTURO DO PANFLETO NA ERA DIGITAL

Recentemente, passei por uma experiência que me fez refletir sobre o futuro do panfleto na era digital. Conversando com a responsável do setor de marketing de uma grande construtora de minha cidade, soube que parte significativa das pessoas que compram apartamento, deve-se a distribuição de panfletos, mesmo investindo pesado nas mídias digitais.

O que avaliar neste caso? Primeiramente o público. São pessoas da classe A, com salário de 40 a 50 mil reais. No geral, grandes empresários e investidores. Onde estão essas pessoas? Na internet? No trânsito, nos aeroportos? O que elas fazem enquanto estão nesses dois lugares? O que elas costumam observar? Sabemos que existem muitas formas de chamar a atenção desse público.

O que fazer?

 No início de qualquer campanha, um dos primeiros pontos que precisamos planejar é a escolha das mídias. A tomada de decisão deve ser feita em cima do público-alvo, pois é aí que vamos verificar se a empresa vai ter resultados mais efetivos com as mídias tradicionais e/ou as digitais.

Nesse momento, use mais a razão do que a emoção. Algumas ideias podem não trazer nenhum resultado e ainda ter audiência. Mesmo que a campanha seja uma simples ação, planeje para que não haja desperdício de dinheiro, principalmente quando o objetivo da campanha é aumentar a taxa de conversão em vendas.

As mídias digitais atualmente são mais acessíveis e apresenta a vantagem de poder segmentar o público e depois apresentar dados com mais precisão. Mas se seu público não está lá, ou mal frequenta, pode não ser uma boa ideia.

Então, o jeito é investir em panfleto?

 Se você consultar qualquer gráfica, vai ouvir a mesma história: “Panfleto atinge todo mundo e é a melhor forma das pessoas conhecerem sua empresa e fazer com que os que conhecem, possam se lembrar”. Geralmente, para poder mensurar, alguns utilizam a estratégia de oferecer descontos na apresentação do panfleto.

Nós últimos dois anos, a Sport Chek, depois de 92 anos de história, mudou seu investimento do papel para o digital. Eles passaram aproximadamente um ano e meio testando as plataformas e por duas semanas retiraram os panfletos para experimentar a publicidade online do Facebook. O resultado? As vendas nas lojas físicas cresceram 12%. Os produtos promovidos aumentaram em 23% nas vendas. Impressionante, não é mesmo?

Para mudar a estratégia, a empresa descobriu que apenas 17% dos clientes liam os panfletos. Com certeza, houveram momentos de incerteza. Não é fácil sair da zona de conforto. Com o tempo, a Sport Chek percebeu que através da publicidade online, eles podiam mensurar resultados em tempo real, coisa que os panfletos não oferecem.

Dos dois exemplos que vimos, encontramos realidades e públicos diferentes. A construtora, que tem como clientes pessoas com faixa etária entre 30 e 40 anos, da classe A, com renda mensal de R$ 40 mil, daqui a um tempo, pode até ser que esse perfil não altere, no entanto, o comportamento poderá mudar, uma vez que a geração y e z, em alguns anos, estarão mais acostumadas a resolver tudo pela web.

Daqui a dez anos, espero sinceramente, que não seja necessário derrubar milhões de árvores. E você? O que acha desse cenário atual? O que espera para o futuro? Compartilha com a gente!

FONTE: @ideiademkt

MARKETING EM PEQUENAS EMPRESAS, É POSSÍVEL!

 Em momentos de recessão econômica, muitos gestores se preocupam em desenvolver métodos para fazer o negócio crescer. E a criatividade pode ser a solução para esse problema.

Os publicitários Jonathan Souza e David Nudelman criaram a Publicidade Popular, primeira agência voltada para as MPE’s . “É claro que é preciso estar antenado no mercado para enxergar possíveis oportunidades. Porém, as oportunidades podem demoram muito para chegar, então você pode ir agindo para que as coisas estejam dando certo até aparecer uma ótima oportunidade”, diz Jonathan.

Assim, Jonathan e David listaram cinco dicas de marketing para ajudar as pequenas empresas ou até mesmo quem quer abrir seu próprio negócio futuramente. Confira:

A paixão é a chave para manter em movimento a estratégia de um negócio. Perseverança é a única coisa garantia para mover e transformar suas ideias em qualquer coisa tangível a longo prazo. E somente a paixão capaz de ser o combustível da perseverança. Não precisamos nem citar nomes de empreendedores de sucesso, grandes esportistas e líderes que falam das inúmeras vezes que falharam até conseguir os resultados esperados.

2. Dar passos de bebê

Saltando raramente você será bem-sucedido. Há histórias de sucesso sobre pessoas que investiram tudo de uma vez e saíram vencedores depois de seis meses ou um par de anos, mas esses são raros. A gestão de riscos é um fator essencial em qualquer ação tomada, e equilíbrio é vital. Você pode absorver perdas mais facilmente se você assumir riscos menores no início.

3. Aprenda com os outros

Os empreendedores bem-sucedidos, muitas vezes trabalharam para outros líderes em sua trajetória antes de trilhar seu próprio caminho. Passar alguns anos na indústria sob um excelente mentor irá proporcionar uma boa plataforma de conhecimento. Aprenda com os erros dos seus antecessores e debata sobre como aperfeiçoar o seu modelo.

4. Aprenda a se auto promover

Confiança e um bom discurso de elevador podem fazer com que você tome um passo para o próximo nível. A primeira comercialização de qualquer empresa é o seu fundador. Gastar tempo aprendendo como compartilhar a sua visão em diversos canais pode ser muito produtivo a longo prazo.

5. Construa uma equipe com as suas qualidades

Encontrar um conjunto de habilidades e atitudes em pessoas que podem fazer o seu negócio crescer e mantendo a cultura da marca e melhorando a reputação da marca. É importante também que a equipe que você escolha tenha capacidade de executar diversas tarefas, ou seja, uma equipe multidisciplinar.

FONTE: phplivre.com