9 DICAS PARA TER UM EXCELENTE CARTÃO DE VISITA

O cartão de visita é normalmente a melhor ferramenta de networking que tem ao seu dispor.

Um bom cartão de visita deve por isso transmitir uma boa imagem global do seu negócio. Ora, um cartão de visita não pode contar a história toda da sua empresa. Mas pode e deve apresentar uma imagem profissional de que as pessoas se lembrem mais tarde.

Um cartão de visita pode conduzir ao sucesso – ou fracasso – da primeira impressão de um cliente sobre a sua empresa. Na verdade, este pequeno pedaço de papel causa tanto impacto como o fato que usa ou a mala que transporta.

Como é possível enviar uma boa mensagem em apenas 5 por 8 cm?

1. Use o seu logotipo como base. Torne-o o maior elemento do cartão.

2. Menos é mais. Não coloque demasiada informação no cartão.

3. Inclua sim os elementos essenciais. O seu nome, empresa, endereço, telefone ou celular, e-mail e website não devem faltar.

4. Garanta que o tipo de letra é facilmente legível. Pode incluir um código QR para mais fácil gravação dos contatos num smartphone.

5. Escolha uma boa gramatura de papel a rondar os 300 gramas que lhe dê consistência e durabilidade para um maior manuseamento que o normal.

6. Escolha um papel com um toque agradável. Um papel vergê ou couchê torna o cartão confortável e macio, demonstrando ao mesmo tempo um gosto refinado.

7. Opte por um estilo de cartão de acordo com o estilo de atividade da sua empresa. Use cores vivas para uma apresentação mais dinâmica, ou tipos de letra sóbrios e serifados para transmitir uma imagem mais séria.

8. Inclua um slogan ou assinatura da empresa. Use-os casualmente na conversa com o seu interlocutor. Ou escreva um apontamento pessoal quando entregar o cartão, garantindo que será visto pelo menos mais uma vez.

9. E, principalmente, ande sempre com os cartões de visita. De nada lhe servem se estiverem numa gaveta quando se encontrar com aquele novo contato importante!

FONTE: estratega.pt

O DOADOR DE IDEIAS – QUANTO VALE A SUA?

Há poucos dias recebi uma ligação que me fez refletir sobre o meu trabalho, sobre o seu presente e o seu futuro. Acredito que mais pessoas que trabalham no ramo da comunicação podem estar vivendo o mesmo dilema, ou já passaram por situação parecida. Estava eu trabalhando em uma manhã qualquer, quando toca meu telefone, atendo gentilmente com um bom dia e logo a outra pessoa dispara: Preciso de uma ideia sua!

Ok, penso eu, é exatamente esse o meu trabalho, vender ideias. Mas a ideia que este cliente se referia, não era uma ideia qualquer, era uma “ideiazinha” rápida, algo “bobo”, que claro, nos pensamentos dele eu não deveria cobrar por uma “ajudinha” dessas. Qual a dificuldade de as pessoas entenderem que esse é exatamente o trabalho de um profissional de comunicação? Qual a dificuldade que as pessoas tem em pagar por boas ideias? Estamos vivendo em uma época onde o egocentrismo está exacerbado, é difícil para as pessoas admitirem que as ideias não são delas e, pior do que isso é mais doloroso ainda terem que pagar por ideias de outras pessoas.

Deparei-me com outro caso recentemente, quando fui solicitado para realizar um trabalho de marca no setor moveleiro, que envolvia desde a concepção nominal até a entrega do manual de aplicação. Ao apresentar o nome sugerido, o cliente olha, analisa e me fala: pois é, você acredita que eu já havia pensando nesse nome? É claro que ele realmente já poderia ter pensando neste mesmo nome, mas não soa engraçado para vocês? Para mim pareceu um pouco estranho, já que eu estava entendendo todo o contexto que ali se apresentava.

Não cabe relatar mais casos desses, mas podem acreditar, ainda teriam muitos para serem compartilhados. O que nos cabe é analisar o porquê de não conseguirmos ter nossas ideias valorizadas, ou valorizadas, mas não remuneradas adequadamente. A reunião de briefing e a apresentação do planejamento de execução de um trabalho são sempre estimulantes, mas logo em seguida aparece a maldita última folha do projeto: o custo total da operação. Depois disso, você acaba tornando-se o inimigo do seu cliente, há minutos atrás era você quem salvaria a empresa, agora é você que aponta uma arma para a cabeça do empresário.

Ele não compreende os custos do investimento em marketing, ele não aprendeu isso na sua formação acadêmica, onde essa área passa quase batida nos currículos escolares, ele não teve tempo de dar atenção para isso durante os anos de empresa, pois as vendas sempre foram a prioridade. Pois bem, como vender mais sem avisar aos outros que seu produto tem qualidade, uma bela embalagem, uma história interessante, um posicionamento adequado, enfim, todas essas coisas “bobas” que um profissional de marketing faz?

Ser um doador de ideias me parece algo nobre, um cargo social, quem sabe até chegar ao ponto de abrir um espaço colaborativo de ideias, o que acham? Mas doar ideias para empresas que não precisam de doações é o que realmente me incomoda, empresas com alto faturamento, empresários bem sucedidos, isso não me faz bem, não me conforta. Já está mais do que na hora das pessoas saberem que as ideias tem valor, uma pequena ideia na hora certa, pode causar uma revolução dentro do coração de uma empresa.

Coloquemos os pingos nos “is”, um profissional da comunicação vive de comunicar-se sobre as ideias que cria. O primeiro processo é sempre a concepção da ideia, não é fácil, mas acredito que qualquer pessoa conseguiria, basta ter conhecimento, estudo e muita dedicação para que as ideias tenham sucesso na prática. E, se algumas pessoas não querem se esforçar para terem boas ideias, que adquiriam o costume de pagar por elas.